POLÍTICA

 

O momento histórico da eleição municipal

 

A história das eleições municipais em Barretos está cercada por uma mística extraordinária. Com disputas sempre emocionantes e intensas, os pleitos contam a própria caminhada da política ao longo do tempo na comunidade.

Em 68, o candidato mais votado – Melek Geraige com 4.870 votos – não foi eleito para a chefia do executivo. A revolução de 64 estabeleceu o voto de legenda para o executivo. Cristiano Carvalho obteve 4.592 votos, sendo o mais votado do PMDB. Somando os votos de Onofre Rezende, 3.203, e de Afonso Câmara Filho, 1.628, o “Velho Bagaço” venceu o pleito com 9.423 votos na soma. Melek Geraige teve 4.870 e contou com mais 4.548 votos de José Faleiros de Almeida, totalizando 9.418. A diferença de cinco votos decidiu a derrota da Arena e a vitória de Christiano Carvalho.

- O prefeito eleito teve como vice-prefeito na chapa o médico Uebe Rezeck.

Em 1972, Mélek Geraige saiu candidato ao legislativo e Ari Ribeiro de Mendonça, o vice na chapa de 68, disputou a prefeitura. O candidato da Arena venceu com mais de 7 mil votos.

Em 76, a cidade reviveu a disputa entre Arena e MDB, cada partido lançando apenas um candidato. Derrotado em 68, Melek Geraige aceitou ser o candidato da Arena. João Batista da Rocha saiu pelo MDB. Outra intensa disputa na reta final. Mélek Geraige obteve 12.936 votos contra 12.728 votos para João Rocha.

- O ex-deputado Sebastião Monteiro foi eleito vice-prefeito para o período 77 a 82.

Muitos candidatos disputaram a prefeitura barretense na sucessão de Mélek Geraige em 82. O PMDB saiu com três candidatos: Uebe Rezeck, 9.608 votos, Ari Ribeiro de Mendonça, 6.309 votos e João Batista da Rocha, 6.461 votos. O PDS apresentou Ibraim Martins da Silva,, 4.230 votos, José Faleiros de Almeida, 2.500 votos e Hélio Ribeiro, 1.161 votos. O PTB saiu com Rodolpho Guimarães Santos, 1.501 votos, e Ruy Ferreira, 133 votos. O PT lançou Marco Aurélio Caviola, recebendo 784 votos.

- Milton Ferreira foi eleito vice-prefeito na chapa de Uebe Rezeck em 82.

O mandato foi inclusive completado pelo professor Milton Ferreira, entre 87 e 88. Ibraim Martins da Silva disputou a prefeito pela segunda-feira, agora pelo PL. Venceu com 21.517 votos, superando Urbano de Brito do PMDB com 14.642 votos, Ronaldo Marques do PT, com 1.284 votos, e Onofre Rosa de Rezende, do PTB, com 1.141 votos.

- O vice-prefeito eleito em 88 foi o ex-prefeito João Batista da Rocha.

Três candidatos disputaram a prefeitura nas eleições de 92. O médico sanitarista do PSDB, Nelson James Wright, recebeu 22.027 votos e foi o vencedor. O tucano superou Fauze Daher, do PMDB, com 13.999 votos, e Helio Navarro, do PFL, com 9.237 votos.

Três candidatos foram candidatos em 96. Uebe Rezeck retornou a prefeitura pelo PMDB, totalizando 25.391 votos. Antonio César Gontijo, do PSDB, com 21.094 votos, e Otávio Alves Arruda, do PT, com 2.820 participaram da disputa.

A reeleição de Uebe Rezeck em 2000 foi com 27.496 votos. César Gontijo, do PSDB, somou 20.144 votos. Cláudio Machado, do PT, teve 3.535 votos. José Faleiros de Almeida Filho saiu pelo PPB e cravou 2.891 votos.

- Afonso Neves em 96 e Ari Ribeiro de Mendonça em 2000 foram eleitos vice.

Em 2004, Emanoel Carvalho fez uma coligação do PP, PPS e PFL chegando a 20.561 votos. Maria das Graças Lemos foi a concorrente do candidato do PP em 2004. A candidato do PMDB somou 13.979. O petista Mussa Calil Neto oteve 13.572 votos. César Gontijo foi o terceiro. Mauri Trevisan com 1860 votos e Farhan Haddad com 363 votos estiveram presentes na eleição municipal.

- Emilio Carlos dos Santos foi eleito vice-prefeito no pleito de 2004.

 

O ELEITOR

Em 1974, o colégio eleitoral barretense tinha 27.891 inscritos. A cidade foi chamada a eleger senador, deputado federal e estadual. A abstenção foi de 4.157 eleitores, sendo apurados 23.734 votos.

A sucessão municipal aconteceu em 76, com 31.219 inscritos na Justiça Eleitoral em Barretos. Foram registrados 17.105 votos, sendo a abstenção de 4.114 eleitores e registrados 548 votos em branco.

A eleição municipal seguinte ocorreu em novembro de 82. Barretos contava com 41.114 eleitores inscritos. Compareceram às urnas 35.157, com ausência de 5.957 inscritos. O pleito foi geral, incluindo votação para governador, senador e deputados, além de prefeito e vereador.

- Em 82, Franco Montoro foi eleito governador de São Paulo, com 21.890 votos em Barretos.

Em 88, o colégio eleitoral barretense tinha saltado para 47.802 inscritos. A disputa para o executivo atraiu 44.355 eleitores, com abstenção de 3.447 votantes. Foram registrados 4.434 votos em branco.

Em 92, os tucanos barretenses chegaram ao executivo, tendo como vice um candidato do PT.  O colégio barretense totalizava 57.482 eleitores inscritos. Foram apurados 51.147 votos na disputa municipal, com abstenção de 6.335 eleitores. Foram registrados 3.597 votos em branco.

- Em 90, Luiz Antonio Fleury eleito governador paulista, com 17.462 votos em Barretos.

Barretos contava com 63.395 eleitores no pleito municipal de 1996. A abstenção de 9.544 eleitores proporcionou a apuração de 53.851 votos, sendo 930 em branco.

Em 2000, a cidade tinha 68.239 aptos para o exercício do voto, mas 9.806 ausentes reduziram o total para 58.433 apurados. Foram registrados 1.766 votos em branco.

As eleições de 2004 tiveram a participação de 63.556 eleitores, com ausência de 11.555 dos 75.111 inscritos. Foram computados 878 votos em branco.

DISPUTAS

Em 98, o eleitor barretense foi chamado para escolher o governador paulista. No primeiro turno o mais votado foi Paulo Maluf. No segundo turno, o barretense ofereceu 26.488 votos a Mário Covas e 24.070 para Paulo Maluf.

Em 2002, o candidato Geraldo Alckmin venceu as eleições, totalizando no segundo turno em Barretos 31.952 votos, contra 23.876 de José Genuíno.

As eleições na cidade em 2006 foram sem incidentes, mas a taxa de abstenção foi elevada. O colégio eleitoral totalizou 77.727 inscritos, mas 64.230 compareceram para votar. A abstenção foi de 13.497 inscritos. Foram 2.441 votos nulos e 2.940 votos em branco. José Serra foi o mais votado, com 39.076 adesões.

O colégio eleitoral barretense era de 63.239 em 2000 na eleição de Uebe Rezeck. Em 2004, na vitória de Emanoel Carvalho, a cidade abrigava 75.111 inscritos. Em 2008, o confronto entre Emanoel Carvalho, Uebe Rezeck e Gilberto Vicente será decidido por 79.884 eleitores inscritos.

- O período de votação dia 5 de outubro vai das 8 às 17 horas.

  

 
 
 

HISTÓRICO DO LEGISLATIVO

 

A sessão de instalação do legislativo barretense data de 1o. de outubro de 1892. O documento oficial da Câmara relaciona o tenente coronel José Pedro de Oliveira como primeiro presidente, sendo secretário Eliseu Ferreira de Menezes.

A presidência legislativa foi exercida pelo tenente coronel Ignácio Armindo Junqueira Franco de 1o. de agosto de 1893 a 8 de janeiro de 1894. O então major Silvestre de Lima presidiu a Câmara de fevereiro de 1894 a 7 de janeiro de 1896. João Machado de Barros foi o sucessor, comandando o legislativo de janeiro a novembro de 1896. Joaquim Mendes Godoy assumiu a presidência de novembro de 1896 até 5 de janeiro de 1897. Almeida Pinto ficou na presidência de janeiro a agosto de 1897. Raphael da Silva Brandão foi seu sucessor de setembro de 1897 a janeiro de 1899. Antonio da Cunha Vasconcelos dirigiu a Câmara durante 4 dias, em janeiro de 1899. Na virada do século XIX, a Câmara teve como presidente Silvestre de Lima.

Entre 1900 e 1910, a Câmara teve 7 presidentes: Silvestre de Lima, Antonio Ferreira de Melo Nogueira, Raphael da Silva Brandão, Antonio Ferreira de Melo Nogueira, Olintho de Oliveira, Elias Pimenta e José Eduardo de Oliveira.  O mandato de José Eduardo de Oliveira foi de janeiro de1908 a dezembro de 1913. Silvestre de Lima presidiu de janeiro de 1914 a fevereiro de 1917. Antonio Gabriel Junqueira Franco ficou 4 meses na presidência em 1917, devolvendo o cargo a Silvestre de Lima de outubro a dezembro de 1917. Entre 1918 e 1920, o legislativo foi comandando ora por Silvestre de Lima, ora por Antonio Gabriel Junqueira Franco.

Na década de 20, presidiram a Câmara: Antonio Olympio, José Garcia de Vassimon, José Venâncio Dias,  Vespasiano Junqueira Franco, Antonio Junqueira, Virgílio Alves Ferreira, Francisco Alves de Moura, Mário Moreira,  Joaquim Mateus,  Antenor de Oliveira, João Thomas Monteiro da Silva.

Com a revolução de 30, o legislativo municipal ficou sem representatividade. Antonio Garcia Filho dirigiu a Câmara entre 31 de maio e 23 de julho de 36. Entre agosto de 36 e outubro de 37, o comando legislativo foi de João Ferreira Lopes. Mas o novo golpe de Getúlio Vargas eliminou as casas municipais de lei.

A redemocratização brasileira e a reabertura dos legislativos municipais aconteceram a partir de 1948. Mário Vieira Marcondes foi o primeiro presidente neste período, comandando o legislativo até 1950. Ignácio de Lima Franco foi o sucessor até renunciar em 11 de setembro de 51. Amazilio de Almeida Leme completou o período.

Hely Pimenta presidiu a Câmara de 52 a 54. Astolpho Araújo foi presidente em 55. Álvaro Amâncio da Silveira em 56 e 57. Dionísio Pereira de 57 a 59.

Na década de 60, o legislativo teve na presidência Raphael de Moura Campos, Abdala Mehde Rezek, Ruy Menezes, Chico Andrade e Circe Alfredo Bonatelli. Matinas Suzuki foi presidente em 70 e 71. Hildebrando de Souza em 72. Melek Geraige foi presidente em 73 e 74. Fábio Nogueira Lemes em 75 e 76. Kalil Sales em 77 e 78. Gidrão Mefre Gidrão em 79 e 80.

Na década de 80, a Câmara foi presidida por Kalil Sales, Luiz Miziara, Walter Leonel de Souza, Chico Andrade, Nelson Abdala, Sebastião Misiara. Em 91, assumiu Wilson Aparecido de Souza, ficando dois anos. José Faleiros de Almeida presidiu em 93 e 94. Osvaldo Caiel Filho em 95 e 96. José Francisco Abrão Miziara em 97 e 98. José Rubens de Souza foi presidente de 99 a 2002. O atual presidente é Ângelo José Duarte.

Entre 1892 e 2004 são 55 presidentes no legislativo barretense.

 

 

RESULTADOS DAS ELEIÇÕES DE 2004

PARTIDO

CANDIDATO

VOTAÇÃO

PERCENTUAL

PPS

EMANOEL CARVALHO

20.561 votos

33,86 %

PMDB

MARIA DA GRAÇA LEMOS

13.979 votos

23,02 %

PT 

MUSSA CALIL NETO             

13.572 votos

22,35 %

PSDB

CESAR GONTIJO                      

10.390 votos    

17,11 %

PSB 

MAURI TREVISAN                  

1.860 votos      

3,063 %  

PSC

FARHAN HADDAD                 

363 votos             

0,598 %

Fonte: TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL

 

PARTIDO

CANDIDATO

VOTAÇÃO

PT

EZISTO HÉLIO FERNANDES CÉSARI

1.536

PL

PAULO HENRIQUE CORREA

819

PPS

CLAUDIONOR RICCI            

1.174

PFL

OTAVIO ALVES GARCIA   

1.949

PT do B

SEBASTIÃO RODRIGUES DE OLIVEIRA 

1.334

PSDB

JOSE FRANCISCO ABRÃO MIZIARA  

1.503

PTB

LUIZ CARLOS ANASTACIO  

2.612

PSDB

OLIMPIO JORGE NABEM   

1.948

PMDB

ANDRE LUIZ REZEK    

2.144

PMDB

DORIVALDO DE ALMEIDA JUNIOR

2.161

PMDB

CELIA RODRIGUES      

2.049

Fonte: TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL

 

 

PRESIDENTE

ANO

PERIODO

Silvestre de Lima

1894

6  de fevereiro de 1894 a 7 de janeiro de 1896.

 

1899

7 de janeiro de 1899 a 7 de fevereiro de 1903.

 

1914

9 de janeiro de 1914 a 16 de fevereiro de 1917.

 

1917

29 de julho de 1917 a 28 de setembro de 1917 e de 18 de outubro a 31 de dezembro.

 

1918

30 de abril a 30 de maio e de 29 de setembro de 1918 a 5 de dezembro de 1919.

Fonte: Câmara Municipal.

 

CÃMARA EM 1954

NOMES

Presidente

Helly Pimenta.

Vice –Presidente

Evaristo Urias de Paula

1o. secretário

Narciso Antonio Júnior

2o. secretário

José Assis Canoas

vereadores

José Olinto de Andrade Junqueira, João Ferreira Lopes, Jarbas Landim, Dionísio Pereira, Astolfo Araújo, Benedito Realino Correa, Luiz Agostinho da Silva Brandão, Odilon Tibiriçá de Camargo, Ruy Bertolino, Mário Coutinho, Alcides Volpe, José Amendola Neto e Pompilio Magalini.

Fonte: Álbum do Centenário.

 

 

       HISTÓRICO DO EXECUTIVO


       A fundação de Barretos data de 25 de agosto de 1854. A criação do município de Barretos é força da lei número 22 de 10 de março de 1885, da assembléia provincial. A criação da comarca é de 6 de novembro de 1890, com instalação ocorrida em 7 de janeiro de 1891.
Com o ato de Deodoro da Fonseca encerrando o Império, surgiram os “intendentes municipais”. O primeiro com função administrativa no governo municipal foi Raphael da Silva Brandão, de 1891 a 1893. Durante a velha república, comandaram Barretos: Silvestre de Lima, Pedro Paulo de Souza Nogueira, Luiz Roberto Banger, Antonio Olimpio Rodrigues Vieira, João Machado de Barros, Agostinho Diniz de Andrade, Felix Ribeiro da Silva Júnior, e Riolando de Almeida Prado.
       A revolução de 30 provocou uma dança de cadeiras, seguida pela revolução constitucionalista de 32 e o Estado Novo de Getúlio, gerando mudanças constantes na administração barretense até 38. Entre 30 e 38, foram dirigentes municipais: Jerônimo Barcelos, Delcides de Carvalho, René Ferreira Pena, Aníbal da Gama Salgado, Carmelo Guagliano, Hely de Souza Nogueira, Nestor Biazon, José Jacintho Sobrinho e Urbano de Brito. Em 23 de maio de 1938, Fábio Junqueira Franco foi empossado na prefeitura, ficando até 15 de setembro de 45. Com a queda de Getúlio Vargas, Barretos também retomou o processo democrático. Entre 45 e 60, foram prefeitos barretenses: Aristides Teodoro de Lima, Raul dos Santos, Mário Vieira Marcondes, René Ferreira Pena, Benedito Realindo Corrêa e José Amendola Neto.
       Cristiano Carvalho tomou posse em 60 e foi sucedido em primeiro de janeiro de 64 por João Batista da Rocha. Christiano Carvalho retornou em primeiro de fevereiro de 69. O sucessor foi Ari Ribeiro de Mendonça. Mélek Zaiden Geraige foi eleito em 76 e governou até 82. Passou o cargo a Uebe Rezeck. Em 87, o vice Milton Ferreira assumiu o executivo por quase 2 anos. Ibraim Martins da Silva foi prefeito de 89 a 92. Nelson James ocupou o cargo de 93 a 97. Uebe Rezeck retornou ao Executivo barretense a partir de 97, sendo reeleito em 2000 e com mandato até 31 de dezembro de 2004.
       A história do Executivo barretense é fascinante, não apenas em função dos casos políticos, como também pela própria marca que determinou o desenvolvimento social, econômico e cultural. Um resgate detalhado, entretanto, é missão que Osório Rocha – o maior historiador barretense – abriu mão, dizendo que “Barretos é uma terra onde muito temos sofrido”...E citou os problemas maiores: o calor, a intriga, o pernilongo, o namoro infeliz e a politicagem... Osório Rocha desabafou assim em 28 de outubro de 1917. Mudou pouco de lá para cá.

 

 

Eleitores:

Eleições - Inscritos
1994 – 59.634
1996 - 63.395
1998 – 66.065
2000 – 68.239
2002 – 71.460

 

 

 

Eleitos:

2000 – Uebe Rezeck – 27.496 votos
1996 – Uebe Rezeck – 25.391
1992 – Nelson James – 25.391
1988 – Ibraim M. da Silva – 21.517
1982 – Uebe Rezeck – 9.608
1976 – Mélek Geraige – 12.936
1972 – Ari Ribeiro de Mendonça –
1968 – Cristiano Carvalho -
 

 

Lula em Barretos:

89 – 16.979 (*)
94 – 6.932
98 – 8.703
02 – 28.978 (*)

(*) 2o. turno
 

 

 

Eleições - Inscritos
1994 – 59.634
1996 - 63.395
1998 – 66.065
2000 – 68.239
2002 – 71.460

 

 

Prefeitos

 

 

Início

Fim

Nome

45

47

Raul dos Santos

47

47

Mário Vieira Marcondes

48

51

João Ferreira Lopes.

52

52

Mário Vieira Marcondes

52

56

René Ferreira Pena.

56

59

Benedito Realindo Corrêa

59

59

José Amendola Neto

60

63

Christiano Carvalho

64

69

João Batista da Rocha

69

73

Christiano Carvalho

73

77

Ary Ribeiro de Mendonça

77

83

Mélek Zaiden Geraige

83

87

Uebe Rezeck

87

88

Milton Ferreira

89

92

Ibraim Martins da Silva

93

96

Nelson James

97

00

Uebe Rezeck

01

04

Uebe Rezeck


       


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