MARCELO MURTA
O publicitário Marcelo Murta tem pensado com grandeza e ousado com nobreza,
assessorando com criatividade e inteligência o clube Os Independentes. A tarefa
vale a pena principalmente por ser uma arte difícil, missão exigente e
compromisso social.
A economia globalizada trouxe novas tendências culturais, nova visão empresarial
e abertura para a inovação. A revolução tecnológica determinou impactos
transformadores. A agilidade das telecomunicações criou oportunidades diversas e
velocidade nas atitudes.
A experiência tem auxiliado Marcelo Murta a entender a logística da festa, o
pulsar interno do clube e as evoluções econômicas. A revista “Propaganda, edição
de 2000”, dedicou duas páginas para artigo de Daniel Dotoli com Marcelo Murta,
explicando as ações de marketing do “mundo country”. Sete anos depois e a festa
pede mais.
Com visão aberta e experiência acumulada, o publicitário torcedor do Corinthians
tem contribuído para fomento da “organização e profissionalismo na Festa do
Peão” exatamente para atrair “investimentos de patrocinadores médios e fortes”.
O êxito da missão estratégica de Marcelo Murta está centrado em seu
“comprometimento emocional”. Criativo e eficiente em sua própria maneira, age
com ardor pulsante. Sem se contentar com resultados pequenos, o seu real esforço
é promover a disseminação do entusiasmo, de maneira a construir um projeto
memorável e renovador.
Não é possível viver no passado. Não é viável sonhar apenas com o futuro. O
presente é real, alimentado pelas conquistas de ontem e os ideais do amanhã.
Mesmo com certa dose de risco, o trabalho do publicitário tem lógica, tem
fundamento e atende as exigências do “mercado contemporâneo” tão sensível e
inesperado.
Marcelo Murta tem mostrado com ações, observações e contatos que a “a Festa do
Peão de Os Independentes é esplendida porque é rara, única no país. Não é
perfeita, mas é exemplar”. Além de “expor para o segmento publicitário, para a
mídia eletrônica e impressa e para os formadores de opinião”, Marcelo Murta faz
com habilidade o trabalho de “costura” interna junto aos diferentes setores do
clube.
- Nenhum marketing pode funcionar bem se o comportamento do clube há um divorcio
entre o que é dito e o que é feito.
A identidade cultural da festa não está nos termos usados, na linguagem
universal ou mesmo no modelo comercial. A questão toda é se “o fio do bigode tem
ou não valor”. Marcelo Murta tem pregado exatamente este “valor cultural e
econômico” insubstituível.
Luiz Antonio Monteiro é membro da ABC.