BARRETOS,

 

SAÚDE FRATERNA E QUALIFICADORA
O presidente da APM-Barretos, o médico Osvaldo Caiel, disse que seu sonho é ver a Santa Casa toda equilibrada financeiramente, capaz de atender bem a toda comunidade e sendo um centro de excelência de formação médica-hospitalar.
-A Santa Casa é o grande hospital barretense. E algum dia – mais cedo ou mais tarde – todos irão precisar – declarou textualmente durante entrevista na Rádio Independente AM.
A história barretense tem forte apelo na saúde. Não é sem razão que o poder executivo vem desde 1982 sendo conduzido por um médico ou provedor hospitalar. A saúde e a política trilharam a mesma jornada de prioridade social na terra de Chico Barreto.
Ao longo da jornada, o projeto utópico do médico Dr. Paulo Prata e companheiros foi se transformando em realidade. O HC virou uma colmeia internacional, a partir de investimentos no Campo Redondo. Hoje, o complexo de combate ao câncer tem tecnologia de ponta e profissionais de elite.
A saúde avançou ainda na diversidade das clínicas médicas, na pulverização dos postinhos de atendimento SUS, na boa rede de farmácias pelos bairros da cidade e mais recentemente pela instalação dos Ambulatórios Médicos de Especialidades – clínica e ambulatorial.
A extraordinária conquista barretense do ano é a instalação do curso de Ciências Médicas e de curso superior de Enfermagem.
Diante de um cenário que proporciona crescimento da estrutura de saúde, a campanha da fraternidade tem sentido oportuno e animador para a comunidade barretense.
A Campanha da Fraternidade 2012 tem o tema: “Fraternidade e Saúde Pública” e o lema: “Que a saúde se difunda sobre a terra”, tirado do livro do Eclesiástico.
A CF-2012 fixou como objetivo geral “refletir sobre a realidade da saúde no Brasil em vista de uma vida saudável, suscitando o espírito fraterno e comunitário das pessoas na atenção aos enfermos e mobiliza por melhoria no sistema público de saúde”.
A Campanha da Fraternidade mobiliza todas as comunidades católicas e procura envolver outros segmentos da sociedade no debate do tema saúde, à luz da solidariedade. Eis porque no caso barretense, ganha extensão e profundidade, qualidade e oportunidade. A saúde pública avançou muito tanto em quantidade quando em dinamismo, no contexto barretense. Ainda assim, carece do aspecto “fraterno e igualitário”.
A CF chega gerando chance para que os barretenses avaliem com o coração aberto e a mente limpa o apelo verdadeiro de uma saúde pública com a “alma” da fraternidade plena. Um belo desafio social e plural para Barretos.